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A quadrinista e ilustradora Laura Athayde, provocadora de diálogos por meio de seus quadrinhos

A quadrinista e ilustradora Laura Athayde, provocadora de diálogos por meio de seus quadrinhos

Laura Athayde, nascida em Manaus, é uma quadrinista e ilustradora formada em Direito. Ela aprendeu a ler com a Turma da Mônica e adorava copiar os desenhos dos quadrinhos e criar suas próprias histórias. Por não ver uma carreira nesse mundo da arte, optou por cursar Direito, principalmente por causa da pressão familiar. Assim, distanciou-se bastante dos desenhos, mas nunca parou de ler seus amados quadrinhos.

Em 2013, Laura começou a ter contato com HQs nacionais através de páginas do Facebook. Foi aí que começou a falar com autores e ver sua paixão ressurgindo, voltando a fazer seus próprios desenhos e entrando na faculdade de Design Gráfico. Ao mesmo tempo, teve várias de suas histórias publicadas independentemente ou em antologias.

A artista gosta, principalmente, de quadrinho e ilustração. Por causa do acesso à internet e às redes sociais, ela diz que esse tipo de linguagem tem bastante probabilidade de viralizar, já que possui um potencial comunicador gigante. E é exatamente essa sua motivação para criar: comunicar. Athayde gosta de provocar o diálogo e a circulação de ideias entre as pessoas, com cada uma delas tendo sua própria interpretação sobre as suas artes. Ela se inspira bastante no seu cotidiano, levando sua vivência até seu trabalho. Isso naturalmente acaba perpassando por questões de gênero, sociais, políticas, raciais, dentre várias outras. 

Quando a ilustradora tem alguma ideia criativa enquanto faz coisas do dia a dia, ela anota no celular e, quando tem um tempo, senta para transformá-la num quadrinho. 

Laura já participou do Coletivo Mandíbula, no qual foi estimulada a pensar e trabalhar sobre temas mais variados. Também já participou de publicações coletivas como o Zine XXX e o livro Desnamorados, ilustrou capas de livros como “Tudo nela brilha e queima” e lançou um livro de quadrinhos próprio, intitulado “Histórias tristes e piadas ruins”.

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