Arthur Timótheo da Costa, pintor, decorador e cenógrafo.

Arthur Timótheo da Costa, pintor, decorador e cenógrafo.

Pintor, decorador, cenógrafo e um dos poucos artistas negros brasileiros a se destacar na década de 80, Arthur Timótheo da Costa é a nossa #referênciadasemana.

Seu trabalho apresentava pinceladas largas e marcadas.

Começou sua trajetória no mundo da arte ainda muito jovem ao iniciar os estudos na Casa da Moeda do Rio de Janeiro, como aprendiz de desenho de moedas e selos. Em 1894, Arthur recebe o incentivo do diretor da instituição, Enes de Souza e é encaminhado junto ao seu irmão mais novo, João Timótheo da Costa, para a Escola Nacional de Belas Artes e assim, ele foi introduzido definitivamente ao mundo das artes plásticas.

Através do Salão Nacional de Belas Artes, conquistou o prêmio de viagem à Europa onde instalou-se em Paris por um ano, visitando também a Espanha e a Itália. Ao retornar para o Brasil, desenvolveu atividades artísticas com diversas exposições e participou de entidades artísticas independentes como a Juventas e estabeleceu-se como renomado pintor e decorador.

É possível observar em suas obras temas tradicionais, paisagens profundas e elementos com uma aproximação que lembra o impressionismo. Seu trabalho apresentava pinceladas largas e marcadas, seguidas de movimentos velozes, tons terrosos e massas de cores misturadas que definem destacando sua arte.

Destacam-se em meio aos seus trabalhos os quadros, “Antes do Aleluia (1907)”, “A Forja (1911)” e “O Menino (1917)” que está em exposição no Museu de arte de São Paulo (MASP).

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